Acabou de sair a terceira edição da revista Candy, produção independente do espanhol Luis Venegas.

Lançada duas vezes por ano, tem formato largo, edição limitada de 1000 cópias e cada número é um sucesso. O porquê a gente explica: Candy é a primeira revista dedicada totalmente ao travestismo, transsexualidade e androginia, e cobre de maneira descontraída assuntos como moda, arte, cultura, maquiagem, glamour, celebridades e transformações. Transgressora e interessante, é item obrigatório na estante de quem está por dentro do que é mais hype.
A identidade da publicação, e também o ponto que a diferencia de outras revistas no ramo, está escancarada na capa – nessa edição Chloë Sevigny se traveste do fotógrafo Terry Richardson em sua pose mais conhecida.

Já falamos de Chloë (aqui) e de Terry antes (aqui), mas só pra refrescar a memória, aí vai uma foto do original para comparação:

O editor comenta do porquê de uma revista dedicada ao cross-dress: “Hoje em dia homens e mulheres têm milhares de oportunidades disponíveis para mudar o visual dos pés a cabeça: de opções simples como maquiagem a transformações definitivas – cortesias de cirurgiões plásticos… As possibilidades são tantas quantas o número de pessoas no mundo. Candy é uma revista para todos. É um espaço para a liberdade individual, e uma publicação que incentiva o público a assumir a persona que sempre quiseram ser.”
Para entender melhor a pegada da revista, mostramos aqui as capas icônicas da primeira e segunda edições:

O modelo e ex de Kelly Osbourne Luke Worrall num visual drag Marilyn Monroe em 2009.

O ator de 127 Horas, James Franco, também em drag, em 2010.
Pra fechar o assunto, fica o vídeo promocional do terceiro número, que está excelente. We want Candy! Interessou? As cópias são limitadas, então garanta a sua aqui.
